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	<title>Marketing, not Advertising &#187; NYT</title>
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		<title>Coopetição: nem sempre seus concorrentes são inimigos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 07:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Frachetta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concorrência]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[Coopetição]]></category>
		<category><![CDATA[NYT]]></category>

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		<description><![CDATA[Concorrência vai sempre existir, mas ela já começa a perder características ferrenhas. Lógico que o Ronald McDonald nunca vai dar as caras lá no Burger King, pelo menos não sem o ótimo disfarce dele. O mercado de comunicação é um dos mais atingidos com essa crise e o Neto, descreveu lá no Coxa Creme, pixel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-598" title="Ronald McDonald, o discreto" src="http://alex.frachetta.com/wp-content/uploads/2009/04/comprando-na-concorrencia.jpg" alt="Ronald McDonald, o discreto" width="430" height="313" /></p>
<p>Concorrência vai sempre existir, mas ela já começa a perder características ferrenhas. Lógico que o Ronald McDonald nunca vai dar as caras lá no Burger King, pelo menos não sem o ótimo disfarce dele.</p>
<p>O mercado de comunicação é um dos mais atingidos com essa crise e o Neto, descreveu lá no <a title="Coxa Creme: O Nosso Caos Particular" href="http://www.coxacreme.com.br/2009/04/03/o-nosso-caos-particular/" target="_blank">Coxa Creme</a>, pixel por pixel, para você ver como a coisa está preta.</p>
<p>Com essas dificuldades, o mercado de comunicação se vê obrigado a inovar constantemente. E no final do ano passado o Tiago Dória anunciou em letras garrafais:</p>
<p><a title="Tiago Dória Weblog: Extra, Extra! O “tabu da concorrência” foi quebrado" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/12/04/extra-extra-o-tabu-da-concorrencia-foi-quebrado/" target="_blank">Extra, Extra! O “tabu da concorrência” foi quebrado</a><br />
E 4 meses depois:<br />
<a title="Tiago Dória Weblog: Mais uma vez o “tabu da concorrência” foi quebrado" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/03/30/mais-uma-vez-o-tabu-da-concorrencia-foi-quebrado/" target="_blank">Mais uma vez o “tabu da concorrência” foi quebrado</a></p>
<p>Em ambos os casos, a grande notícia foi que as operações online das maiores empresas de mídia dos EUA decidiram linkar a concorrência em suas matérias.</p>
<div id="attachment_603" class="wp-caption aligncenter" style="width: 344px"><img class="size-full wp-image-603" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Times Extra" src="http://alex.frachetta.com/wp-content/uploads/2009/04/timesextra.gif" alt="Times Extra, com links de concorrentes." width="334" height="217" /><p class="wp-caption-text">Times Extra, com links de concorrentes.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<blockquote>
<p style="text-align: right;"><em>“A época em que os sites de notícias tinham medo de linkar para outros sites acabou”</em><br />
Marc Frons, CTO do NYTimes Digital</p></blockquote>
<p>O New York Times foi muito macho em ser o primeiro a tomar essa decisão, porque não é nada conveniente para os anunciantes, nem para o próprio jornal, entretanto, muito para seus leitores.</p>
<p>É o reconhecimento público (e óbvio) que ninguém se mantém informado através de apenas um meio. Então, porque não entregar os links de mão beijada para o cliente? Isso constrói uma relevância imensa.</p>
<p>Essa prática se chama Coopetição, termo cunhado oficialmente em 1996 quando o <a title="Submarino: Co-Opetição" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/13786/co-opeticao?franq=268503" target="_blank">livro homônimo</a> foi lançado por dois grandes pensadores norte-americanos sobre estratégias empresariais e <a title="Wikipedia: Teoria dos Jogos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_dos_jogos" target="_blank">teoria dos jogos</a>.</p>
<p>A coopetição, que é um casamento entre concorrência e cooperação, é utilizada quando concorrentes se aliam para criar um produto ou um mercado mais forte.</p>
<p>Quando a coopetição é feita na área operacional, é possível obter ganhos de escala, e assim, repassá-los para os clientes.</p>
<p>Para ilustrar os possíveis relacionamentos entre concorrentes, em 2004 a brasileira Daniela Leão criou um diagrama, considerando níveis de coopetição. Vejamos:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-601" style="border: 0pt none;" title="Cooperacao x Competicao" src="http://alex.frachetta.com/wp-content/uploads/2009/04/cooperacao-competicao.jpg" alt="Cooperacao x Competicao" width="436" height="414" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p>A adoção dessa estratégia em alguns processos pode gerar excelentes resultados, mas não vamos nos esquecer de que nem todos agem de boa fé, então, cuidado com a exposição do seu know-how.</p>
<h2><span style="color: #800080;">Compartilhamento de Caixas Eletrônicos</span></h2>
<p>O compartilhamento de caixas eletrônicos é hoje o maior exemplo de coopetição aqui no Brasil.</p>
<p>Em 2005 foi criado o projeto Bancos Integrados, que reuniu o Banco do Brasil, a Caixa Econômica e o Bradesco para unificar todos seus caixas eletrônicos, totalizando 10 mil caixas interligados.</p>
<p>Afinal, cenas com essa abaixo são totalmente desnecessárias, não?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-602" title="Caixas Eletrônicos" src="http://alex.frachetta.com/wp-content/uploads/2009/04/caixas-eletronicos.jpg" alt="Caixas Eletrônicos" width="430" height="290" /></p>
<p>Além da questão visual e de espaço, este projeto foi responsável por uma redução de 30% nos custos e um aumento exponencial no sorriso dos acionistas.</p>
]]></content:encoded>
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